eco-vegan lifestyle

  • Ricardo Laurino

MUNDO EM ALERTA: VÍRUS FICA 70% MAIS CONTAGIOSO

Autoridades em alerta, um vírus avança de forma rápida em meio a uma população desnorteada e assustada.


Não, isso não é uma notícia antiga de março desse ano. Estamos falando de notícias de dezembro de 2020. Na Inglaterra, país que teve dezenas de aeroportos fechados para seus voos, uma mutação do coronavírus potencializou seu contágio em 70%, fazendo com que uma nova onda da pandemia deixe o mundo de plantão.


Os resultados disso, aqui no Brasil, já são Bolsa de Valores despencando e o medo do agravo da crise se espalhando entre economistas, mesmo diante da perspectiva da vacina que ainda se vê em meio a um debate político ideológico vexatório para o país. Mas não é só isso que podemos destacar em relação a pandemias aqui em nossas terras tupiniquins.


No Paraná, em uma cidade do interior, uma garota de 4 anos é a segunda infectada por uma das variações do vírus responsável pela famosa e temida gripe suína, nesse caso, o H1N2. Inicialmente, a conexão imediata que fazemos das duas notícias é o potencial pandêmico e todas as suas consequências que ambos os vírus apresentam. Mas há uma ligação anterior de ambos os casos, e ela repousa em nossos hábitos alimentares. Tanto o COVID-19 como o H1N2 são frutos de nossa relação com os animais e o alimento que ingerimos, que consumimos, que produzimos.


Ambientes como as granjas de porcos, de frangos, ou mesmo os mercados vivos onde animais como pangolins ou morcegos são vendidos são os cenários perfeitos para que pequenas mutações e interações entre os animais e humanos desenvolvam vírus potencialmente pandêmicos.


Essas informações já foram apontadas pela própria Organização das Nações Unidas (ONU) em 2013, em um relatório que indicava o número alarmante: 70% das doenças modernas e com potencial de se transformarem em pandemias, eram (são) desenvolvidas em nossa relação com os animais, principalmente, aqueles utilizados na alimentação.

Diante disso, o que deveríamos pensar quando falamos em coronavírus, pandemias e todos os seus reflexos? O que devemos pensar quando nos referimos à prevenção dessas terríveis doenças que não apenas atacam diretamente as pessoas mundo afora, mas nos mergulham em inúmeras crises, sejam econômicas, sociais e mesmo políticas? Imediatamente, a palavra que nos salta aos ouvidos é: prevenção!


Máscaras, álcool em gel, evitar aglomerações, deixar de ver o pai e a mãe idosos, não encontrar os amigos e permanecer em casa (que tanto nos incomoda) . Todos nós já conhecemos os protocolos e sabemos que, de fato, podem fazer a diferença entre a vida e a morte. Mas o que realmente poderia ser uma prevenção eficaz, que nos manteria, não apenas longe do vírus, mas sem a sua própria existência? Você deve saber a resposta. Mas se ainda não sabe, assista ao vídeo e entenda, em forma de desabafo, o que eu posso dizer a respeito.





Comece hoje, tire os produtos de origem animal do seu prato, do seu armário, etc., e atenda ao impulso natural em ser compassivo e justo com todos eles.


Ricardo Laurino

@ricardolaurino



Fontes:

www.livropandemia.com.br

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2020/12/21/mutacao-da-covid-19-acende-novo-alerta-as-vesperas-das-festas-de-fim-de-ano

https://www.otempo.com.br/brasil/parana-anuncia-segundo-caso-de-h1n2-virus-com-potencial-epidemico-em-crianca-1.2427146

34 visualizações0 comentário